Ele não está tão afim de você

Lembro que há muito tempo atrás, em um momento de dor de corno, minha cunhada me recomendou assistir o filme: Ele não está tão afim de você (2009). E eu assisti… e ele entrou pra minha lista de favoritos.  Esse filme é uma tapa na cara das mulheres de forma delicada e divertida! E eu aposto com você que você irá se identificar em algumas das situações apresentadas no filme, que seja dilemas ou desculpas esfarrapadas.

O filme é baseado no livro “Ele simplesmente não está afim de você”, de Greg Behrendt e Liz Tuccilo. E é uma comédia romântica de autoajuda… se é que isso existe, mas é assim que o defino. Hehehe. O filme possui um elenco sensacional e aborda o tema de forma leve.

Nós mulheres somos acostumadas a inventar desculpas para justificar as ações do cara em que estamos interessadas, ou a falta delas. É comum ouvir coisas do tipo:

– Ele se apaixonou por você e ficou com medo;

– Sua independência o assustou;

– Ele perdeu o celular, foi roubado, sequestrado ou sei lá;

– Não quer estragar a amizade;

– Não quer demonstrar o que sente por ter medo;

– Não quer um relacionamento sério…e por ai vai a infinidade de desculpas.

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Quem nunca olhou 40x o celular esperando uma ligação ou mensagem do boy não é? Mas no final das contas, a verdade é uma só e ela é simples e clara, só que pela cegueira da paixão ou medo da decepção, nos negamos a ver. No filme o Alex (Justin Long) é o responsável por abrir os olhos da Gigi (GinniferGoodwin) em vários momentos, que serve para tirarmos como aprendizado pra nós mesmas. Separei algumas das frases mais marcantes:

Teve uma que acho fundamental: “Se ele não ligou e não te chamou para sair, é porque não está a fim de você.”

Outra que achei sensacional foi: “Se um cara está te tratando como se não desse a mínima, ele literalmente não te dá a mínima.”

Lá vem mais uma: “Se o cara quer sair com você, ele fará acontecer. Ele vai pedir para sair com você.”

E por último: “Talvez o final feliz seja apenas seguir em frente.”

Bom, essas foram a que me tocaram mais, porque serviram para o momento que eu estava passando. É uma coisa simples e básica, mas nós mulheres sabemos que quando somos nós a “vitima” da vez, dói… e dói… e dói mais um pouco, e procuramos todos os tipos de desculpa para justificar o sumiço da criatura. Por fim, tudo se resume a uma única coisa, ter amor próprio é fundamental.

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“Ensinam muitas coisas as garotas: Se um cara lhe machuca, ele gosta de você. Nunca tente aparar a própria franja. E um dia, vai conhecer um cara incrível e ser feliz para sempre. Todo filme e toda história nos pede, não, nos implora para esperarmos por isso: A reviravolta no terceiro ato, a declaração de amor inesperada, a exceção à regra. Mas às vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer entre os que vão ficar e os que vão te deixar. E talvez esse final feliz não inclua um cara incrível. Talvez seja você sozinha recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Ou talvez o final feliz seja isso: Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança.”

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